Quem sou eu
sábado, 13 de março de 2010
Novo Acordo Ortográfico
Sai o Trema
O sinal do trema ( ¨ ) não existe mais em palavras da língua portuguesa. Ficou até mais fácil, veja só alguns exemplos:
COMO ERA - COMO FICOU
Agüenta - Aguenta
Antigüidade - Antiguidade
Cinqüenta - Cinquenta
Lingüiça - Linguiça
Liquidificador - Liquidificador
Seqüência - Sequência
Acento Agudo
O acento agudo ( ´) desapareceu nos ditongos abertos “éi” e “oi” das palavras paroxítonas. Muitas palavras mudaram, confira algumas:
COMO ERA - COMO FICOU
Apóia - Apoia
Azaléia - Azaleia
Bóia - Boia
Diarréia - Diarreia
Estréia - Estreia
Geléia - Geleia
Idéia - Ideia
Jibóia - Jiboia
Paranóia - Paranoia
Platéia - Plateia
Não se esqueça de que as palavras oxítonas continuam com os acentos. Exemplos: papéis, herói, caubói, fogaréu, etc.
Acento Circunflexo
Não precisa mais usar o acento circunflexo ( ^ ) nas palavras terminadas em “êem” e “ôo”. Veja alguns exemplos:
COMO ERA - COMO FICOU
Abençôo - Abençoo
Crêem - Creem
Dêem - Deem
Enjôo - Enjoo
Lêem - Leem
Acento Diferencial: O acento agudo ou circunflexo que serve para diferenciar algumas palavras não existe mais. Confira alguns exemplos:
COMO ERA - COMO FICOU
Quer uma pêra? - Quer uma pera?
Hoje eu vou jogar pólo. - Hoje eu vou jogar polo.
O urso polar tem pêlos brancos. - O urso polar tem pelos brancos.
Sai o Hífen
Quando a segunda parte de uma palavra composta começa com “s” ou “r”, precisava colocar um hífen para separar. Agora não precisa mais, basta duplicar essas consoantes e a palavra fica uma só. Confira alguns exemplos:
COMO ERA - COMO FICOU
Anti-rugas - Antirrugas
Ante-sala - Antessala
Auto-retrato - Autorrtrato
Contra-senso - Contrassenso
Ultra-rápido - Ultrarrápido
Ultra-som - Ultrassom
Também não precisa mais usar o hífen quando o prefixo terminar em vogal diferente da vogal com que começa a segunda palavra.
EXEMPLOS
Seminário / Agroindústria
Anteontem / Antiaéreo
Infraestrutura / Semianalfabeto
Agora, em palavras compostas que terminam e começam com a mesma vogal, o hífen continua.
EXEMPLOS
Arqui-inimigo / Micro-ondas
Auto-observação / Contra-atacar
Anti-inflamatório
O sinal do trema ( ¨ ) não existe mais em palavras da língua portuguesa. Ficou até mais fácil, veja só alguns exemplos:
COMO ERA - COMO FICOU
Agüenta - Aguenta
Antigüidade - Antiguidade
Cinqüenta - Cinquenta
Lingüiça - Linguiça
Liquidificador - Liquidificador
Seqüência - Sequência
Acento Agudo
O acento agudo ( ´) desapareceu nos ditongos abertos “éi” e “oi” das palavras paroxítonas. Muitas palavras mudaram, confira algumas:
COMO ERA - COMO FICOU
Apóia - Apoia
Azaléia - Azaleia
Bóia - Boia
Diarréia - Diarreia
Estréia - Estreia
Geléia - Geleia
Idéia - Ideia
Jibóia - Jiboia
Paranóia - Paranoia
Platéia - Plateia
Não se esqueça de que as palavras oxítonas continuam com os acentos. Exemplos: papéis, herói, caubói, fogaréu, etc.
Acento Circunflexo
Não precisa mais usar o acento circunflexo ( ^ ) nas palavras terminadas em “êem” e “ôo”. Veja alguns exemplos:
COMO ERA - COMO FICOU
Abençôo - Abençoo
Crêem - Creem
Dêem - Deem
Enjôo - Enjoo
Lêem - Leem
Acento Diferencial: O acento agudo ou circunflexo que serve para diferenciar algumas palavras não existe mais. Confira alguns exemplos:
COMO ERA - COMO FICOU
Quer uma pêra? - Quer uma pera?
Hoje eu vou jogar pólo. - Hoje eu vou jogar polo.
O urso polar tem pêlos brancos. - O urso polar tem pelos brancos.
Sai o Hífen
Quando a segunda parte de uma palavra composta começa com “s” ou “r”, precisava colocar um hífen para separar. Agora não precisa mais, basta duplicar essas consoantes e a palavra fica uma só. Confira alguns exemplos:
COMO ERA - COMO FICOU
Anti-rugas - Antirrugas
Ante-sala - Antessala
Auto-retrato - Autorrtrato
Contra-senso - Contrassenso
Ultra-rápido - Ultrarrápido
Ultra-som - Ultrassom
Também não precisa mais usar o hífen quando o prefixo terminar em vogal diferente da vogal com que começa a segunda palavra.
EXEMPLOS
Seminário / Agroindústria
Anteontem / Antiaéreo
Infraestrutura / Semianalfabeto
Agora, em palavras compostas que terminam e começam com a mesma vogal, o hífen continua.
EXEMPLOS
Arqui-inimigo / Micro-ondas
Auto-observação / Contra-atacar
Anti-inflamatório
10 Sugestões para trabalhar com textos
1.Texto em tiras
a) Selecione um texto curto e escreva-o em tiras de papel pardo -aquele bem barato que se compra em metros. Cada frase ou parte do texto deverá estar escrito em uma tira.
b) Divida a turma em grupos.
c) Distribua uma ou mais tiras para cada elemento do grupo -de forma desordenada- e peça para que o grupo o reconstrua no chão, de preferência no corredor ou pátio da escola. Essa atividade é sócio-interativa e promove a participação de todos na reorganização do texto. Também é uma forma de tirá-los das cadeiras e mudar o ambiente de aprendizagem.
2. Horóscopo
Quem não gosta de dar uma espiadinha no seu horóscopo de vez em quando, que atire a primeira pedra.
a) Selecione do jornal os horóscopos de todos os signos. Pode ser um da semana passada, ninguém vai perceber.
b) Pegue o corretivo e, aleatoriamente, dê umas pinceladas nele. Cuide para que haja um apagamento em cada signo.
c) Tire o xerox e dê para cada dupla recompor os textos que foram apagados. Poderá, antes, fazer um aquecimento, perguntando quem acredita em horóscopo, quando costuma lê-lo, se alguma vez já deu certo a previsão feita pelo horoscopista...
3. Anedotas
Selecione algumas piadas de salão e, em duas colunas, divida as piadas ao meio: o início da piada na primeira coluna e na outra - de forma desencontrada- o final das piadas. Os alunos deverão ler e combinar os textos humorísticos.
Sugestão: Convide os alunos a formarem duplas e encenarem as piadas para a turma.
4. Tiras em Quadrinhos
a)Recorte algumas tiras de histórias em quadrinhos.
b) Cole-as em uma folha com as partes desencontradas.
c) Os alunos deverão lê-las e reorganizá-las de forma apropriada.
5. Outra com tiras
a) Recorte novas tiras de histórias em quadrinhos e cole em uma folha, porém na ordem certa.
b) Com o corretivo, apague as falas.
c) Peça que os alunos completem da melhor maneira possível de forma que a história tenha coerência. Esse trabalho poderá ser feito em duplas.
6. Ache a foto da notícia
a) Recorte várias notícias com fotos do jornal. Elimine as legendas.
b) Separe as fotos das notícias.
c) Desafie o grupo a encontrar o par (notícia + foto).
7. A Notícia Completa
a) Recorte várias notícias de jornal que tenham as quatro partes fundamentais: título/manchete, lead, corpo, e foto com legenda.
b)Desmembre as notícias, recortando as partes de cada uma.
c) Embaralhe tudinho e peça ao grupo para reorganizá-las novamente.
8.Texto Quebra-cabeças
a) Recorte alguns textos (tantos quantos forem os grupos com os quais você irá trabalhar). Os textos poderão ser coloridos para motivá-los.
b)Faça marcações de forma desorganizada nos textos (tal qual nos quebra-cabeças) e recorte-os.
c) Ofereça-os aos grupos para que os montem novamente. Você poderá ter em mãos algumas perguntas de interpretação para que o grupo responda, dando conta do entendimento da leitura que fizeram. Também poderá ser feita em forma de gincana: o grupo que primeiro responder corretamente a todas as perguntas será o vencedor.
9. Charges
Ler charges de jornal é uma forma divertida de se manter atualizado.
a)Recorte as charges que encontrar pelos jornais.
b) Distribua-as para os grupos e peça para fazerem a leitura do momento, discutindo o acontecimento que está sendo abordado, além de tentar identificar as pessoas que estão sendo focalizadas.
c) Troque com os outros grupos de forma que todos possam fazer as várias leituras.
d) Compare as diferenças que forem surgindo.
10.Lendo figuras
a) Selecione figuras - pode ser de jornal também- que apresentem uma situação passível de se criar um enredo. Explique que uma boa história deve, necessariamente, ter um conflito, senão não é uma história.
b) Peça para que cada um faça a sua leitura do texto extra-verbal silenciosamente.
c) Solicite que, nesse segundo momento, contem para o colega do lado que leitura fizeram e como resolveram o conflito que imaginaram para aquela figura . É importante que cada um fale; não ligue se gerar tumulto na aula, já que isso "faz parte", como diria o Ban-ban.
1.Texto em tiras
a) Selecione um texto curto e escreva-o em tiras de papel pardo -aquele bem barato que se compra em metros. Cada frase ou parte do texto deverá estar escrito em uma tira.
b) Divida a turma em grupos.
c) Distribua uma ou mais tiras para cada elemento do grupo -de forma desordenada- e peça para que o grupo o reconstrua no chão, de preferência no corredor ou pátio da escola. Essa atividade é sócio-interativa e promove a participação de todos na reorganização do texto. Também é uma forma de tirá-los das cadeiras e mudar o ambiente de aprendizagem.
2. Horóscopo
Quem não gosta de dar uma espiadinha no seu horóscopo de vez em quando, que atire a primeira pedra.
a) Selecione do jornal os horóscopos de todos os signos. Pode ser um da semana passada, ninguém vai perceber.
b) Pegue o corretivo e, aleatoriamente, dê umas pinceladas nele. Cuide para que haja um apagamento em cada signo.
c) Tire o xerox e dê para cada dupla recompor os textos que foram apagados. Poderá, antes, fazer um aquecimento, perguntando quem acredita em horóscopo, quando costuma lê-lo, se alguma vez já deu certo a previsão feita pelo horoscopista...
3. Anedotas
Selecione algumas piadas de salão e, em duas colunas, divida as piadas ao meio: o início da piada na primeira coluna e na outra - de forma desencontrada- o final das piadas. Os alunos deverão ler e combinar os textos humorísticos.
Sugestão: Convide os alunos a formarem duplas e encenarem as piadas para a turma.
4. Tiras em Quadrinhos
a)Recorte algumas tiras de histórias em quadrinhos.
b) Cole-as em uma folha com as partes desencontradas.
c) Os alunos deverão lê-las e reorganizá-las de forma apropriada.
5. Outra com tiras
a) Recorte novas tiras de histórias em quadrinhos e cole em uma folha, porém na ordem certa.
b) Com o corretivo, apague as falas.
c) Peça que os alunos completem da melhor maneira possível de forma que a história tenha coerência. Esse trabalho poderá ser feito em duplas.
6. Ache a foto da notícia
a) Recorte várias notícias com fotos do jornal. Elimine as legendas.
b) Separe as fotos das notícias.
c) Desafie o grupo a encontrar o par (notícia + foto).
7. A Notícia Completa
a) Recorte várias notícias de jornal que tenham as quatro partes fundamentais: título/manchete, lead, corpo, e foto com legenda.
b)Desmembre as notícias, recortando as partes de cada uma.
c) Embaralhe tudinho e peça ao grupo para reorganizá-las novamente.
8.Texto Quebra-cabeças
a) Recorte alguns textos (tantos quantos forem os grupos com os quais você irá trabalhar). Os textos poderão ser coloridos para motivá-los.
b)Faça marcações de forma desorganizada nos textos (tal qual nos quebra-cabeças) e recorte-os.
c) Ofereça-os aos grupos para que os montem novamente. Você poderá ter em mãos algumas perguntas de interpretação para que o grupo responda, dando conta do entendimento da leitura que fizeram. Também poderá ser feita em forma de gincana: o grupo que primeiro responder corretamente a todas as perguntas será o vencedor.
9. Charges
Ler charges de jornal é uma forma divertida de se manter atualizado.
a)Recorte as charges que encontrar pelos jornais.
b) Distribua-as para os grupos e peça para fazerem a leitura do momento, discutindo o acontecimento que está sendo abordado, além de tentar identificar as pessoas que estão sendo focalizadas.
c) Troque com os outros grupos de forma que todos possam fazer as várias leituras.
d) Compare as diferenças que forem surgindo.
10.Lendo figuras
a) Selecione figuras - pode ser de jornal também- que apresentem uma situação passível de se criar um enredo. Explique que uma boa história deve, necessariamente, ter um conflito, senão não é uma história.
b) Peça para que cada um faça a sua leitura do texto extra-verbal silenciosamente.
c) Solicite que, nesse segundo momento, contem para o colega do lado que leitura fizeram e como resolveram o conflito que imaginaram para aquela figura . É importante que cada um fale; não ligue se gerar tumulto na aula, já que isso "faz parte", como diria o Ban-ban.
ORTOGRAFIA (GRAMÁTICA)
- por que / porque / por quê / porquê
POR QUE (separado e sem acento)
Usado nas frases interrogativas e também quando se puder subentender as palavras motivo e razão:
- Por que você não veio?
- Não sei por que estou aqui.
Ou quando puder ser substituído por pelo qual e flexões:
- Este é o motivo por que não lhe escrevi antes.
PORQUE (junto e sem acento)
Emprega-se quando for conjunção explicativa ou casual:
- Não vá, porque é perigoso.
- Não fiz a prova porque estava doente.
POR QUÊ (separado e com acento)
No final das frases interrogativas ou não:
- Você não entregou o trabalho por quê?
- Ninguém sabe explicar por quê.
PORQUÊ (junto e com acento)
Quando está substantivado (precedido de artigo):
- Não sei o porquê da sua chateação.
- Estudamos o uso do porquê.
- Da sua tristeza, ninguém sabe o porquê.
- onde / aonde
ONDE
Emprega-se quando significa em que lugar, ou com verbos que não indiquem movimento:
- Não sei onde está a chave.
- Cheguei à casa onde ela morava.
AONDE
Emprega-se com verbos de movimento ou que indiquem direção:
- Queres chegar aonde?
- Aonde você vai?
- mal / mau
MAL (advérbio)
Usa-se quando se opõe o bem:
- Ele está mal de vida.
- Nossa equipe jogou mal.
Ou quando é conjunção:
- Mal cheguei, ele já havia saído.
MAU (adjetivo)
Usa-se quando se opõe a bom:
- Este é um mau negócio.
- Ele é um mau perdedor.
- há / a
HÁ (verbo haver)
Emprega-se quando indica tempo passado, ou quando tem o sentido de existir:
- Há dez anos que não nos vemos.
- Há muitos livros sobre a mesa.
A (preposição)
Emprega-se quando indica tempo futuro ou quando indica medida ou distância:
- Partiremos daqui a três dias.
- O posto de gasolina fica a dois quilômetros daqui.
EXERCÍCIOS
1. Reescreva as frases abaixo e substitua os traços ( __ ) empregando porque, por que, porquê e por quê:
a) Ele não casa __________ não quer.
b) __________ você está tão alegre hoje?
c) Ele não deixou a encomenda __________?
d) Não sei o __________ de tanta afobação.
e) Enfim chegou o momento __________ tanto esperei.
f) __________ corria muito, acabou num poste.
g) Você está triste hoje __________?
h) Daí __________a explicação não nos convenceu.
i) __________ estávamos sem os titulares, perdemos o jogo.
2. Reescreva as frases abaixo e substitua os traços ( __ ) por onde ou aonde:
a) Não sei ________ queres chegar com isso.
b) ________ encontraram as chaves do carro?
c) Gostaria que você me dissesse ________ estão as provas.
d) Você pode me dizer ________ vamos com tanta pressa?
e) ________ comem dois, comem três.
f) ________ foram todos os alunos?
3. Reescreva as frases abaixo e substitua os traços ( __ ) por mal ou mau:
a) Consta que ele não é um ________ profissional.
b) Este aparelho está ________ colocado.
c) Foi a primeira vez que ouvi falar ________ dele.
d) Não creio que ele seja tão ________ assim.
e) Levantei-me ________, o dia clareou.
f) No cinema, o homem ________ geralmente perde para o homem bom.
g) O bem nem sempre derrota o ________.
h) Isto não lhe fará ________.
i) Ela está de ________ comigo.
j) Por não usar o equipamento de segurança saiu-se ________.
4. Reescreva as frases e substitua os traços ( __ ) por há ou a:
a) Daqui ________ três dias o navio atracará.
b) ________ vários meses que não chove no Nordeste.
c) Chegaremos ao aeroporto daqui ________ pouco.
d) Saiu daqui ________ pouco. Voltará em minutos.
e) Moramos nesta rua ________ dez anos.
f) A casa fica ________ cem metros da praia.
g) Ele voltará daqui ________ cinco minutos.
h) Não recebo suas cartas ________ muitos anos.
i) Chegamos ________ Santos ________ alguns minutos.
POR QUE (separado e sem acento)
Usado nas frases interrogativas e também quando se puder subentender as palavras motivo e razão:
- Por que você não veio?
- Não sei por que estou aqui.
Ou quando puder ser substituído por pelo qual e flexões:
- Este é o motivo por que não lhe escrevi antes.
PORQUE (junto e sem acento)
Emprega-se quando for conjunção explicativa ou casual:
- Não vá, porque é perigoso.
- Não fiz a prova porque estava doente.
POR QUÊ (separado e com acento)
No final das frases interrogativas ou não:
- Você não entregou o trabalho por quê?
- Ninguém sabe explicar por quê.
PORQUÊ (junto e com acento)
Quando está substantivado (precedido de artigo):
- Não sei o porquê da sua chateação.
- Estudamos o uso do porquê.
- Da sua tristeza, ninguém sabe o porquê.
- onde / aonde
ONDE
Emprega-se quando significa em que lugar, ou com verbos que não indiquem movimento:
- Não sei onde está a chave.
- Cheguei à casa onde ela morava.
AONDE
Emprega-se com verbos de movimento ou que indiquem direção:
- Queres chegar aonde?
- Aonde você vai?
- mal / mau
MAL (advérbio)
Usa-se quando se opõe o bem:
- Ele está mal de vida.
- Nossa equipe jogou mal.
Ou quando é conjunção:
- Mal cheguei, ele já havia saído.
MAU (adjetivo)
Usa-se quando se opõe a bom:
- Este é um mau negócio.
- Ele é um mau perdedor.
- há / a
HÁ (verbo haver)
Emprega-se quando indica tempo passado, ou quando tem o sentido de existir:
- Há dez anos que não nos vemos.
- Há muitos livros sobre a mesa.
A (preposição)
Emprega-se quando indica tempo futuro ou quando indica medida ou distância:
- Partiremos daqui a três dias.
- O posto de gasolina fica a dois quilômetros daqui.
EXERCÍCIOS
1. Reescreva as frases abaixo e substitua os traços ( __ ) empregando porque, por que, porquê e por quê:
a) Ele não casa __________ não quer.
b) __________ você está tão alegre hoje?
c) Ele não deixou a encomenda __________?
d) Não sei o __________ de tanta afobação.
e) Enfim chegou o momento __________ tanto esperei.
f) __________ corria muito, acabou num poste.
g) Você está triste hoje __________?
h) Daí __________a explicação não nos convenceu.
i) __________ estávamos sem os titulares, perdemos o jogo.
2. Reescreva as frases abaixo e substitua os traços ( __ ) por onde ou aonde:
a) Não sei ________ queres chegar com isso.
b) ________ encontraram as chaves do carro?
c) Gostaria que você me dissesse ________ estão as provas.
d) Você pode me dizer ________ vamos com tanta pressa?
e) ________ comem dois, comem três.
f) ________ foram todos os alunos?
3. Reescreva as frases abaixo e substitua os traços ( __ ) por mal ou mau:
a) Consta que ele não é um ________ profissional.
b) Este aparelho está ________ colocado.
c) Foi a primeira vez que ouvi falar ________ dele.
d) Não creio que ele seja tão ________ assim.
e) Levantei-me ________, o dia clareou.
f) No cinema, o homem ________ geralmente perde para o homem bom.
g) O bem nem sempre derrota o ________.
h) Isto não lhe fará ________.
i) Ela está de ________ comigo.
j) Por não usar o equipamento de segurança saiu-se ________.
4. Reescreva as frases e substitua os traços ( __ ) por há ou a:
a) Daqui ________ três dias o navio atracará.
b) ________ vários meses que não chove no Nordeste.
c) Chegaremos ao aeroporto daqui ________ pouco.
d) Saiu daqui ________ pouco. Voltará em minutos.
e) Moramos nesta rua ________ dez anos.
f) A casa fica ________ cem metros da praia.
g) Ele voltará daqui ________ cinco minutos.
h) Não recebo suas cartas ________ muitos anos.
i) Chegamos ________ Santos ________ alguns minutos.
Comportamentos observáveis no transtorno de atenção por hiperatividade
DESATENÇÃO
Para poder falar de desatenção , seis ou mais dos seguintes sintomas devem haver persistido durante pelo menos seis meses:
* Fracassa com frequência em prestar atenção aos detalhes ou comete erros por descuido numa tarefa escolar, no trabalho ou outras atividades.
* Frequentemente tem dificuldade para manter a atenção nas tarefas ou no desenvolvimentos de atividades lúdicas.
* Com frequência não parece escutar o que está sendo dito a ela.
* Frequentemente não cumpre instruções e fracassa ao realizar suas tarefas.
* Muitas vezes evita ou desagradam-lhe muito as tarefas escolares ou domésticas que exigem esforço mental continuado.
* Com frequência perde coisas necessárias para tarefas e atividades.
* Frequentemente se distrai com estímulos irrelevantes.
* Muitas vezes é esquecidoe/ou descuidado nas suas atividades diárias.
HIPERATIVIDADE
* Levanta-se da cadeira na sala de aula ou em outras ocasiões nas quais se espera que permaneça sentada.
* Com frequência corre ou ecala excessivamente em situações inapropriadas.
Frequentemente tem dificuldade para brincar ou conectar-se com tranquilidade em atividades recreativas.
* Muitas veses " está em movimento" ou costuma agir como se tivesse um motor.
* Fala excessivamente.
IMPULSIVIDADE
* Com frequência respone abruptamente a perguntas antes de escutá-las de forma completa.
* Tem dificuldade para esperar em fila ou aguardar sua vez em jogos ou situações grupais.
* Frequentemente interrompe ou se intromete nas atividades dos outros.
Fonte: Livro - Dificuldades de Aprendizagem/ Editora Grupo Cultural
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Antes de começar esta postagem gostaria de dar os devidos créditos. O livro Dificuldades de Aprendizagem da editora Grupo Cultural é um excelente instrumento de trabalho para nós educadores. Tenho destacado aqui no blog os assuntos que acho mais relevantes ao cotidiano escolar, com o intuito de colaborar com os colegas e espero que estejam gostando.
Um beijinho carinhoso e aproveitem!
Sigam as estratégias:
* Sentar a criança numa área silenciosa.
* Sentar a criança perto de alguém que seja um bom modelo a seguir.
* Sentar a criança próxima de um colega que possa apoiá-la na aprendizagem.
* Orientar a atenção da criança na tarefa que será iniciada. É importante ajudá-la a descobrir e selecionar a informação mais importante, organizá-la e sistematizá-la.
* É necessário dar a ela regras consistentes sobre o que deve fazer; as instruções devem ser parceladas.Em alguns casos é conveniente enumerar as instruções para que seja mais fácil para segui-las.
* As rotinas de trabalho devem ser claras.
* Não é conveniente fazer atividades com limites de tempo. Isto pode favorecer condutas impulsivas.
* Permitir um tempo extra para completar seus trabalhos.
* Encurtar períodos de trabalho de modo a coincidirem com os seus períodos de atenção.
* Dividir os trabalhos que lhes sejam dados em partes menores do modo que elas possam completá-lo.
* Dar assistência à criança para que ela se coloque metas a curto prazo.
* Entregar os trabalhos um de cada vez.
* Exigir delas menos respostas corretas que do restante da turma.
* Reduzir a quantidade de deveres de casa.
* Dar instruções tanto orais com escritas.
* Dar instruções claras e concisas.
* Tentar envolver a criança na apresentação dos temas.
* Estabelecer sinais secretos entre a criança e o professor para poder fazê-lo notar quando está começando a se distrair.
* É importante que estas crianças estejam em ambientes de trabalho motivantes, com tarefas que sejam significativas para elas.
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Estratégias na sala de aula para crianças impulsivas
* Tentar ignorar comportamentos inapropriados menores.
* Incrementar a imediata correlação entre prêmios e consequências.
* Quando não se comporta adequadamente na sala de aula, recomenda-se que se dê um tempo para meditar sobre o que fez (time out).
* Aconselha-se supervisão nos recreios e horários livres.
* Tentar evitar críticas e "sermões". É preferível chamar-lhe a tenção de uma forma prudente e calma quando ela não tiver se comportado corretamente.
* Reforçar seu comportamento positivo com cumprimentos, reconhecimento, etc.
* Sentá-la próximo a professora ou de algum colega que possa ser visto como umlíder positivo.
* Firmar um "contrato de comportamento positivo" com ela, incluindo aquelas condutas que estão ao seu alcance.
* Motivá-la quando consegue reprimir um impulso, por exemplo, na sala de aula, quando consegue levantar a mão para responder ao invés de responder impulsivamente.
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CRIANÇAS IMPULSIVAS, DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM
Áreas de dificuldade que podem interferir no desempenho em Matemática
As seguintes áreas podem interferir no desempenho em matemática:
* Habilidades Espaciais: crianças que têm dificuldades em relações espaciais , distâncias, relações de tamanho e para formar sequências.
* Perseverança: crianças que tem dificuldades de passar mentalmente de uma tarefa para outra, por exemplo, o desempenho em problemas que exigem múltiplas operações.
* Linguagem: os estudantes podem ter dificuldade para compreender alguns termos matemáticos como primeiro, último, seguinte etc. Apresentam dificuldades em compreender o enunciado de um problema.
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Características das dificuldades de percepção auditiva
* Tem dificuldade para distinguir entre sons.
* Volta a cabeça na direção do professor para ouvir melhor.
* Observa o rosto e lábios do professor atentamente.
* Frequentemente diz: Hã?
* Tem dificuldade para seguir instruções ou compreender as explicações dadas ao grupo.
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DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM
Características de uma criança com dificuldades de percepção visual
* Perde-se na leitura ou quando copia.
* Não gosta de olhar livros com imagens.
* Não nota coisas novas na sala de aula ou o que está a mais ou faltando numa imagem.
* Não vê detalhes.
* Equivoca-se em tarefas de agrupamento.
* Evita brincadeiras visuais.
* Depende dos adultos nas situações sociais e visoespaciais como passear pela sala de aula ou no colégio.
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Definição de dificuldades na aprendizagem
Encontrei algumas definições, a partir de diferentes pontos de vista, que contribuem na compreensão dos transtornos na aprendizagem.
" De acordo com a definição atual de transtornos específicos da aprendizagem(TEA), estes implicam um rendimento na área acadêmica abaixo do esperado para a idade, o nível intelectual e o nível educativo, cujas manifestações se estendem para as outras áreas da vida somente naqueles aspectos que requerem a leitura, a escrita ou cálculo; o que deixa e fora deste diagnóstico o atraso mental, os transtornos de linguagem e os déficits sensoriais primários que afetam de forma global a vida cotidiana".
DESATENÇÃO
Para poder falar de desatenção , seis ou mais dos seguintes sintomas devem haver persistido durante pelo menos seis meses:
* Fracassa com frequência em prestar atenção aos detalhes ou comete erros por descuido numa tarefa escolar, no trabalho ou outras atividades.
* Frequentemente tem dificuldade para manter a atenção nas tarefas ou no desenvolvimentos de atividades lúdicas.
* Com frequência não parece escutar o que está sendo dito a ela.
* Frequentemente não cumpre instruções e fracassa ao realizar suas tarefas.
* Muitas vezes evita ou desagradam-lhe muito as tarefas escolares ou domésticas que exigem esforço mental continuado.
* Com frequência perde coisas necessárias para tarefas e atividades.
* Frequentemente se distrai com estímulos irrelevantes.
* Muitas vezes é esquecidoe/ou descuidado nas suas atividades diárias.
HIPERATIVIDADE
* Levanta-se da cadeira na sala de aula ou em outras ocasiões nas quais se espera que permaneça sentada.
* Com frequência corre ou ecala excessivamente em situações inapropriadas.
Frequentemente tem dificuldade para brincar ou conectar-se com tranquilidade em atividades recreativas.
* Muitas veses " está em movimento" ou costuma agir como se tivesse um motor.
* Fala excessivamente.
IMPULSIVIDADE
* Com frequência respone abruptamente a perguntas antes de escutá-las de forma completa.
* Tem dificuldade para esperar em fila ou aguardar sua vez em jogos ou situações grupais.
* Frequentemente interrompe ou se intromete nas atividades dos outros.
Fonte: Livro - Dificuldades de Aprendizagem/ Editora Grupo Cultural
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Definição de dificuldades na aprendizagem
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DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM
Estratégias na sala de aula para crianças com problemas de atenção
Antes de começar esta postagem gostaria de dar os devidos créditos. O livro Dificuldades de Aprendizagem da editora Grupo Cultural é um excelente instrumento de trabalho para nós educadores. Tenho destacado aqui no blog os assuntos que acho mais relevantes ao cotidiano escolar, com o intuito de colaborar com os colegas e espero que estejam gostando.
Um beijinho carinhoso e aproveitem!
Sigam as estratégias:
* Sentar a criança numa área silenciosa.
* Sentar a criança perto de alguém que seja um bom modelo a seguir.
* Sentar a criança próxima de um colega que possa apoiá-la na aprendizagem.
* Orientar a atenção da criança na tarefa que será iniciada. É importante ajudá-la a descobrir e selecionar a informação mais importante, organizá-la e sistematizá-la.
* É necessário dar a ela regras consistentes sobre o que deve fazer; as instruções devem ser parceladas.Em alguns casos é conveniente enumerar as instruções para que seja mais fácil para segui-las.
* As rotinas de trabalho devem ser claras.
* Não é conveniente fazer atividades com limites de tempo. Isto pode favorecer condutas impulsivas.
* Permitir um tempo extra para completar seus trabalhos.
* Encurtar períodos de trabalho de modo a coincidirem com os seus períodos de atenção.
* Dividir os trabalhos que lhes sejam dados em partes menores do modo que elas possam completá-lo.
* Dar assistência à criança para que ela se coloque metas a curto prazo.
* Entregar os trabalhos um de cada vez.
* Exigir delas menos respostas corretas que do restante da turma.
* Reduzir a quantidade de deveres de casa.
* Dar instruções tanto orais com escritas.
* Dar instruções claras e concisas.
* Tentar envolver a criança na apresentação dos temas.
* Estabelecer sinais secretos entre a criança e o professor para poder fazê-lo notar quando está começando a se distrair.
* É importante que estas crianças estejam em ambientes de trabalho motivantes, com tarefas que sejam significativas para elas.
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Estratégias na sala de aula para crianças impulsivas
* Tentar ignorar comportamentos inapropriados menores.
* Incrementar a imediata correlação entre prêmios e consequências.
* Quando não se comporta adequadamente na sala de aula, recomenda-se que se dê um tempo para meditar sobre o que fez (time out).
* Aconselha-se supervisão nos recreios e horários livres.
* Tentar evitar críticas e "sermões". É preferível chamar-lhe a tenção de uma forma prudente e calma quando ela não tiver se comportado corretamente.
* Reforçar seu comportamento positivo com cumprimentos, reconhecimento, etc.
* Sentá-la próximo a professora ou de algum colega que possa ser visto como umlíder positivo.
* Firmar um "contrato de comportamento positivo" com ela, incluindo aquelas condutas que estão ao seu alcance.
* Motivá-la quando consegue reprimir um impulso, por exemplo, na sala de aula, quando consegue levantar a mão para responder ao invés de responder impulsivamente.
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CRIANÇAS IMPULSIVAS, DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM
Áreas de dificuldade que podem interferir no desempenho em Matemática
As seguintes áreas podem interferir no desempenho em matemática:
* Habilidades Espaciais: crianças que têm dificuldades em relações espaciais , distâncias, relações de tamanho e para formar sequências.
* Perseverança: crianças que tem dificuldades de passar mentalmente de uma tarefa para outra, por exemplo, o desempenho em problemas que exigem múltiplas operações.
* Linguagem: os estudantes podem ter dificuldade para compreender alguns termos matemáticos como primeiro, último, seguinte etc. Apresentam dificuldades em compreender o enunciado de um problema.
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DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM
Características das dificuldades de percepção auditiva
* Tem dificuldade para distinguir entre sons.
* Volta a cabeça na direção do professor para ouvir melhor.
* Observa o rosto e lábios do professor atentamente.
* Frequentemente diz: Hã?
* Tem dificuldade para seguir instruções ou compreender as explicações dadas ao grupo.
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DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM
Características de uma criança com dificuldades de percepção visual
* Perde-se na leitura ou quando copia.
* Não gosta de olhar livros com imagens.
* Não nota coisas novas na sala de aula ou o que está a mais ou faltando numa imagem.
* Não vê detalhes.
* Equivoca-se em tarefas de agrupamento.
* Evita brincadeiras visuais.
* Depende dos adultos nas situações sociais e visoespaciais como passear pela sala de aula ou no colégio.
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DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM
Definição de dificuldades na aprendizagem
Encontrei algumas definições, a partir de diferentes pontos de vista, que contribuem na compreensão dos transtornos na aprendizagem.
" De acordo com a definição atual de transtornos específicos da aprendizagem(TEA), estes implicam um rendimento na área acadêmica abaixo do esperado para a idade, o nível intelectual e o nível educativo, cujas manifestações se estendem para as outras áreas da vida somente naqueles aspectos que requerem a leitura, a escrita ou cálculo; o que deixa e fora deste diagnóstico o atraso mental, os transtornos de linguagem e os déficits sensoriais primários que afetam de forma global a vida cotidiana".
Como trabalhar pontuação
- Pontuação
Séries Iniciais do Ensino Fundamental
Aproximadamente 10 aulas.
INTRODUÇÃO
Ensinar a revisar textos é um conteúdo que deve ser tratado desde as séries iniciais. O aluno precisa incorporar tais conhecimentos gradativamente, ampliar e fazer uso deles com o objetivo de deixar seus textos mais comunicativos, ou seja, objetivos na comunicação de idéias. Para isso, é necessário que o professor:
• utilize diferentes tipos de textos pertinentes à série, colocando seus alunos em contato com bons modelos;
• selecione em qual aspecto da revisão (coerência, ortografia, acentuação ou aspectos coesivos e de pontuação) o aluno focará a atenção, já que não é possível tratar de todos os aspectos ao mesmo tempo.
Este plano de aula propõe uma atividade cujo foco é a Pontuação. Nem sempre os alunos chegam à correção plena dentro do que havia sido proposto. Mas o objetivo não é alcançar a perfeição. O que importa é apresentar questões pertinentes nas situações didáticas, fazendo com que a turma reflita e avance.
OBJETIVOS
Com esta atividade o aluno deve ser capaz de:
1º) construir um comportamento revisor em relação a seu próprio texto e ao dos outros;
2º) perceber que a pontuação é um recurso utilizado pelo autor para orientar o entendimento do leitor;
3º) constatar que, na maioria das vezes, há mais de uma possibilidade de pontuação;
4º) desenvolver a capacidade de argumentação;
5º) desenvolver a atitude de colaboração.
RECURSOS DIDÁTICOS
• lousa e giz (ou papel Kraft e pincel atômico; ou retroprojetor, transparência e caneta hidrográfica)
• papel e lápis
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
• Em pequenos grupos - duplas ou trios - para realização da atividade de escrita.
• No coletivo, quando acontece a socialização das produções de cada sub-grupo.
• Apresente um texto curto sem nenhuma marcação gráfica tais como ponto, maiúscula, travessão, parágrafo etc. Piadas são bastante interessantes para o exercício, desde que os alunos tenham tido contato com esse tipo de texto);
• Peça aos alunos para marcar as unidades que facilitem a sua leitura com algum sinal;
• Solicite que eles reescrevam o texto, utilizando as pontuações que julguem adequadas;
• Socialize para todo o grupo as diversas possibilidades apresentadas pelos diferentes sub-grupos;
• Discuta a adequação, o significado e o entendimento do texto pontuado de diferentes formas.
AVALIAÇÃO
Durante o desenvolvimento da atividade, é possível avaliar como o aluno:
• utiliza em outros contextos de produção escrita, os conhecimentos que constrói a respeito da pontuação (veja o 1º objetivo);
• usa seus conhecimentos diante do texto para pontuá-lo a fim de atribuir significado a ele (veja o 2º e o 3º objetivos); • argumenta para defender o seu ponto de vista (veja o 4º objetivo);
• colabora com o grupo (veja o 5º objetivo)
CONTEXTUALIZAÇÃO
A revisão é um procedimento difícil para escritores iniciantes, pois requer distanciamento do próprio texto. As crianças nas séries iniciais são capazes de corrigir textos produzidos por outras pessoas mas, em se tratando dos seus próprios, dificilmente fazem uso desse conhecimento.
Por isso, é interessante propor que as crianças comparem seus textos com os produzidos por outras pessoas e os analise em grupo. Isso deve ser feito em parceria e com quem já sabe fazer uso do procedimento da revisão.
O professor deverá orientar o trabalho lançando questões que façam os alunos refletir e avançar, tais como: - Onde começa e termina a fala de tal personagem?
- Por que você usou este ponto neste lugar?
- O trecho pontuado por vocês está fazendo sentido? Explique o sentido desta frase.
- Faz diferença usar a vírgula ou o ponto neste trecho? Por quê? Depois, cada agrupamento deve apresentar seu texto pontuado. Trata-se de uma ocasião rica para discutir e refletir, pois certamente surgirão diferentes formas de pontuar. Os alunos terão oportunidade de argumentar a validade ou não de cada trabalho apresentado.
Aprofundamento do Conteúdo
Tradicionalmente, a gramática ensina que a pontuação é um conjunto de sinais que orienta a entonação da leitura em voz alta. Informações do tipo: "Usem o ponto final quando estiverem cansados. A vírgula serve para indicar uma paradinha. Usa-se ponto de interrogação para perguntar...", provavelmente estão embasadas na história da escrita, quando os livros eram escritos à mão, sem espaços entre as palavras e a leitura era feita em voz alta. Quem pontuava e dava um sentido ao texto era o leitor.
"A prática de leitura silenciosa disseminou-se a partir da produção de livros em escala industrial... Hoje, quando o texto impresso é formatado para ser lido diretamente pelo olho, sem precisar passar pela sonorização do que está escrito, esta função, de estreitar o campo das possibilidades de interpretação indicando graficamente as unidades de processamento e sua hierarquia interna, pertence ao escritor." (PCN - Língua Portuguesa - MEC/1997)
Ensino fundamental - 1ª e 2ª séries
Uma a duas atividades por aula.
INTRODUÇÃO
Pretende-se com este plano de aula que o aluno compreenda mensagens corporais delicadas e representações simples por imitação, observando o ambiente à sua volta para poder perceber diferentes posições, posturas, gestos de si mesmo e dos demais. Além disso, espera-se com as atividades preparar os alunos para entender a linguagem não verbal, de tal modo que possam manejar sua comunicação e transmissão de sentimentos. Para isso, serão utilizados jogos competitivos simples, (individuais, em pares ou em equipe), que incluem correr, pegar, fugir e também adquirir a consciência de espaço e dos outros jogadores. Esse jogos incluem também a prática e o desenvolvimento de diversas maneiras de lançar, receber e transladar uma bola ou um outro objeto.
OBJETIVOS
Desenvolver a criatividade, promover e exercitar o desenvolvimento físico e pessoal em um contexto de respeito e valorização do ser humano, promover o interesse e a capacidade de conhecer a realidade, utilizar o conhecimento e selecionar informação relevante.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
As atividades podem ser realizadas na sala de aula ou na quadra. A turma será organizada em grupos, de acordo com a atividade.
1. Convide os alunos para que, em pares, façam duas atividades. Na primeira etapa, peça que um dos dois alunos diga o nome de um objeto e que o outro imite os movimentos desse objeto. Por exemplo, imitação de máquinas em locomoção (carros, barcos, aviões, planadores) ou imitação de máquinas sem deslocamento (guindaste, impressora, fotocopiadora, câmera de vídeo, etc). Durante a atividade, os alunos vão trocando de papel. O jogo também pode ser feito em trios, em grupos de cinco ou em grandes grupos. Numa segunda etapa, conte aos alunos uma história, que envolva diversos animais. Peça que os alunos desloquem-se livres pelo espaço, imitando os animais. Exemplos: na selva, macacos, elefantes, leões ou os habitantes humanos, como indígenas ou fotógrafos. Outra opção, personagens fictícios, como Tarzan. Outra opção é contar uma história que se passe em um zoológico ou em um circo.
2. O safári fotográfico. Nessa atividade, distribua os alunos em três grupos. Um deles deverá imitar animais (diferentes grupos e tipos). Outro imitará os membros do safári e o outro imitará as atividades que se fazem na selva (caça, dança, pesca). Enquanto um grupo imita, os outros tentam adivinhar o que estão imitando. A cada rodada de adivinhação, os grupos devem trocar de papel.
3. O armazém de brinquedos. Cada aluno escolhe ser um brinquedo e imita seus movimentos e formas de mover-se. A turma deve dividir-se em dois grupos. Os do primeiro grupo começam imitando os brinquedos que escolheram e, a um sinal do professor, acabam as pilhas, tornando o movimento mais lento até parar. Em seguida, os alunos do grupo que ficou como observador escolhem os brinquedos de que mais gostaram. Depois disso, invertem-se os papéis.
4. A grande orquestra: Todo o grupo se coloca em semicírculo e é designado um instrumento musical para cada aluno ou grupo de alunos. Um fica com o papel de diretor da orquestra e com seus gestos indicará o começo, a execução e o final da música. Como variação, pode ser que a orquestra se transforme em uma banda de rua e desfile enquanto toca. O diretor da orquestra deve indicar a cada aluno que instrumento tocar, por meio de gestos e da imitação do som do instrumento.
5. Os eletrodomésticos. Cada aluno imagina que está utilizando um aparelho eletro-doméstico igual ao de seus pais (oriente aqueles que não tiverem idéia, sugerindo que imitem um espremedor, uma batedeira, uma enceradeira, uma faca elétrica, uma cafeteira, uma máquina de cortar grama, uma serra ou uma furadeira). Numa primeira etapa, peça aos alunos que imitem o uso do aparelho. Depois, que se transformem no equipamento.
6. Convide os alunos a formar um círculo. Conte a eles que todos vão dormir um pouco para descansar. O grupo reunido imitará diferentes formas de dormir conforme o seu comando: com frio e cobertores, com calor no verão, roncando, sonhando, com pesadelos, tranqüilamente, sonâmbulo.
Depois da última atividade, analise com os alunos a importância da observação para poder imitar. Peça a eles sugestões e comentários sobre as atividades.
AVALIAÇÃO
Uma possibilidade de avaliação das atividades pode ser feita por meio de uma pauta de observação individual contendo os seguintes itens:
O aluno reage perante as informações auditivas que estão ao seu redor, empregando o movimento de gestos?
O aluno reage perante as informações visuais que estão ao seu redor, empregando o movimento de gestos
Produção de texto
Reescrevendo histórias
Trabalho com ortografia no período de alfabetização
Séries iniciais do Ensino Fundamental
Dez aulas
INTRODUÇÃO:
Em sociedades letradas, desde muito cedo, as crianças demonstram interesse e fazem reflexões sobre a função e o significado da escrita. Para que possam escrever autonomamente, é preciso que entrem em contato com diversos tipos de textos já nas quatro séries iniciais do Ensino Fundamental. O professor deve apresentar aos alunos poesias, receitas, contos, fábulas, lendas, cartas etc.
Os contos de fadas, por exemplo, têm uma estrutura complexa e são importantes no processo de alfabetização, pois neles ocorre uma narrativa perfeita, com a seqüência apresentada sempre da mesma forma: cenário, problema, construção do clímax da história, clímax, resolução do problema e desfecho. Além do mais, a identificação emotiva entre os alunos e os personagens predispõe as crianças à leitura.
Com as atividades propostas a seguir, as crianças darão um passo para a percepção de elementos da linguagem escrita. Perceberão elementos da estrutura de textos lingüísticos e discursivos e avançarão com relação ao domínio das normas da Língua Portuguesa. Terão também oportunidade de produzir algo com uma finalidade sócio-cultural e vivenciar uma prática que ocorre normalmente fora da escola, como escrever livros.
OBJETIVOS
Ao final deste trabalho, os alunos serão capazes de:
• Demonstrar conhecimento de diferentes contos de fadas;
• Produzir e revisar textos;
• Refletir sobre o uso das convenções que normatizam os usos da Língua Portuguesa com relação à ortografia;
• Comunicar-se e expressar-se através de situações de intercâmbio social, elaborando e respondendo perguntas.
RECURSOS DIDÁTICOS
Giz, lousa, papel sulfite, canetas coloridas, lápis de cor, livros de contos-de-fadas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
• Roda de discussão para modificações ou ajustes no texto que será criado pelo grupo;
• Duplas para fazer a primeira revisão de um trecho escrito por um colega.
Faça no quadro-negro ou em um cartaz uma lista, em ordem alfabética, dos contos tradicionais mais conhecidos pela turma.
2) Diariamente, reserve um tempo para ler com a classe as histórias escolhidas.
3) Escolha com o grupo uma das histórias e leve para a classe várias versões para ler com as crianças, destacando semelhanças e diferenças com relação a:
• Tipo de texto
• Organização do texto
• Personagens que compõem a história
• Seqüência em que se desenrola a trama
• Tempo em que as histórias se desenvolvem
• cenários
4) Discuta com o grupo algumas características e formas de organização dos contos.
5) Faça um planejamento da escrita. Assegure-se de que o tipo de texto que será produzido foi trabalhado em sala, com a discussão sobre a estrutura dos diálogos e a observação de todos os aspectos textuais. Proponha então a redação coletiva e individual de novas versões para um conto. Por exemplo: "Agora, que vocês já ouviram diversas versões sobre a história 'Os Três Porquinhos', crie a sua, mantendo os principais elementos dos textos lidos: personagens, estrutura narrativa etc."
6) Faça revisões dos textos coletivos em roda, destacando os elementos que exigem maior atenção.
7) Faça cruzadinhas, jogos de forca ou stop utilizando variações que sistematizem dificuldades ortográficas, como o uso de x, ch, ç, ss, s. O bingo de palavras pode envolver as que apresentaram mais erros.
8) Crie com a classe uma legenda para as correções de textos como
______ : erro de ortografia
: erro de vocabulário
+ : erro de pontuação
* : letra maiúscula
** : erro de acentuação
Exemplo:
"Os porcinhos forão para o Egito, mas como não sabiam falar a língua não podiam conversar +O mais velho, que se chamava *edu, teve uma **ideia que contou para o irmão do meio."
9) Proponha uma revisão dos textos individuais em duplas, usando a legenda criada para correções.
10) Finalize a atividade, pedindo ilustrações para a nova versão do conto e a criação de um livrinho para ser lido por outras classes.
AVALIAÇÃO
Ao longo do trabalho, observe se o aluno:
a)usou a linguagem oral e escrita em diferentes situações, nas quais faz sentido falar, ouvir, ler ou escrever;
b)participou oralmente dos momentos de discussão;
c)colaborou para a pesquisa dos contos que o grupo conhece e a escolha de uma história para criar uma nova versão;
d)escreveu o que foi proposto;
e)participou das propostas coletivas e das revisões de texto;
f)refletiu sobre suas hipóteses de escrita, com relação às normas de escrita da Língua Portuguesa.
CONTEXTUALIZAÇÃO
Esta proposta permite que os alunos trabalhem com contos tradicionais, um tipo de texto que a maioria das crianças já conhece ao chegar à 1ª série. Isso proporciona uma situação favorável para se trabalhar com as normas da Língua Portuguesa; os momentos adequados para ler, ouvir, falar e escrever; a utilização de diversos tipos de registros (lista, livro); a linguagem escrita como forma de organização de informações; a maneira culturalmente adequada para escrever.
SUGESTÕES PARA TRABALHO INTERDISCIPLINAR
Em História e Geografia, as crianças poderão trabalhar, com pesquisas sobre a vida no tempo dos castelos.
Em Matemática, é possível fazer gráficos e tabelas demonstrando quais contos que têm mais versões, quais as personagens que mais aparecem nas histórias lidas (madrasta, lobo, princesas).
Em Artes, proponha uma pesquisa sobre as obras que retratam lugares ou roupas usadas nos contos de fadas, como, por exemplo, as pinturas da Idade Média. A professora pode pedir para que os alunos montem maquetes dos castelos e representações de príncipes, princesas e bruxas. Músicas e danças que eram praticadas nos verdadeiros castelos podem ser pesquisadas e apresentadas aos colegas em forma de sarau.
APROFUNDAMENTO DO CONTEÚDO
Para aprender a escrever convencionalmente, os alunos criam hipóteses até se tornarem "alfabéticos". Esse processo de aprendizagem da leitura e da escrita completa-se ao longo da escolaridade. Mesmo antes de atingirem esse estágio, os alunos devem tomar contato com vários tipos de textos, pois assim poderão descobrir as suas propriedades, funções sociais e estruturas.
Esta proposta contempla dois tipos de textos: contos de fadas e listas. O trabalho favorece a compreensão da linguagem escrita e do código de escrita alfabético. O professor precisa conhecer as características dos diversos tipos de textos e criar atividades para que as crianças possam mostrar sua capacidade de produção. Um bom exercício é dar partes de textos para elas escreverem o início, o final ou o meio dessas histórias.
Exercer o papel de escritores, revisores e ilustradores, seguindo as normas para apresentação do livro, podem ser procedimentos fundamentais para que se compreendam dados culturais da sociedade.
Postado por Juliana às 16:20
Sala de aula - Texto para trabalhar pontuação.
Esse texto já circula na internet há muito tempo. Pode ser usado como exemplo em aulas sobre pontuação ou uso dos sinais diacríticos.
Um homem muito rico estava extremamente doente, agonizando. Pediu papel e caneta e escreveu, sem pontuação alguma, as seguintes palavras:
'Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres. '
Não ressistiu e se foi antes de fazer a pontuação. Ficou o dilema, quem herdaria a fortuna? Eram quatro concorrentes.
1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o texto:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga aconta do padeiro. Nada dou aos pobres.
4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga aconta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.
Moral da história: A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos sua pontuação. É isso faz toda a diferença...
(recebi por e-mail sem autoria)
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PNEU FURADO
O carro estava encostado no meio-fio, com um pneu furado. De pé ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonitinha.
Tão bonitinha que atrás parou outro carro e dele desceu um homem dizendo
"Pode deixar". Ele trocaria o pneu.
- Você tem macaco? - perguntou o homem.
- Não - respondeu a moça.
- Tudo bem, eu tenho - disse o homem - Você tem estepe?
- Não - disse a moça.
- Vamos usar o meu - disse o homem.
E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça.
Terminou no momento em que chegava o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar.
Dali a pouco chegou o dono do carro.
- Puxa, você trocou o pneu pra mim. Muito obrigado.
- É. Eu... Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.
- Coisa estranha.
- É uma compulsão. Sei lá.
(Luís Fernando Veríssimo. Livro: Pai não entende nada. L&PM, 1991).
Esta postagem foi retirada do site: http://www.pedagogia.com.br/
- Pontuação
Séries Iniciais do Ensino Fundamental
Aproximadamente 10 aulas.
INTRODUÇÃO
Ensinar a revisar textos é um conteúdo que deve ser tratado desde as séries iniciais. O aluno precisa incorporar tais conhecimentos gradativamente, ampliar e fazer uso deles com o objetivo de deixar seus textos mais comunicativos, ou seja, objetivos na comunicação de idéias. Para isso, é necessário que o professor:
• utilize diferentes tipos de textos pertinentes à série, colocando seus alunos em contato com bons modelos;
• selecione em qual aspecto da revisão (coerência, ortografia, acentuação ou aspectos coesivos e de pontuação) o aluno focará a atenção, já que não é possível tratar de todos os aspectos ao mesmo tempo.
Este plano de aula propõe uma atividade cujo foco é a Pontuação. Nem sempre os alunos chegam à correção plena dentro do que havia sido proposto. Mas o objetivo não é alcançar a perfeição. O que importa é apresentar questões pertinentes nas situações didáticas, fazendo com que a turma reflita e avance.
OBJETIVOS
Com esta atividade o aluno deve ser capaz de:
1º) construir um comportamento revisor em relação a seu próprio texto e ao dos outros;
2º) perceber que a pontuação é um recurso utilizado pelo autor para orientar o entendimento do leitor;
3º) constatar que, na maioria das vezes, há mais de uma possibilidade de pontuação;
4º) desenvolver a capacidade de argumentação;
5º) desenvolver a atitude de colaboração.
RECURSOS DIDÁTICOS
• lousa e giz (ou papel Kraft e pincel atômico; ou retroprojetor, transparência e caneta hidrográfica)
• papel e lápis
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
• Em pequenos grupos - duplas ou trios - para realização da atividade de escrita.
• No coletivo, quando acontece a socialização das produções de cada sub-grupo.
• Apresente um texto curto sem nenhuma marcação gráfica tais como ponto, maiúscula, travessão, parágrafo etc. Piadas são bastante interessantes para o exercício, desde que os alunos tenham tido contato com esse tipo de texto);
• Peça aos alunos para marcar as unidades que facilitem a sua leitura com algum sinal;
• Solicite que eles reescrevam o texto, utilizando as pontuações que julguem adequadas;
• Socialize para todo o grupo as diversas possibilidades apresentadas pelos diferentes sub-grupos;
• Discuta a adequação, o significado e o entendimento do texto pontuado de diferentes formas.
AVALIAÇÃO
Durante o desenvolvimento da atividade, é possível avaliar como o aluno:
• utiliza em outros contextos de produção escrita, os conhecimentos que constrói a respeito da pontuação (veja o 1º objetivo);
• usa seus conhecimentos diante do texto para pontuá-lo a fim de atribuir significado a ele (veja o 2º e o 3º objetivos); • argumenta para defender o seu ponto de vista (veja o 4º objetivo);
• colabora com o grupo (veja o 5º objetivo)
CONTEXTUALIZAÇÃO
A revisão é um procedimento difícil para escritores iniciantes, pois requer distanciamento do próprio texto. As crianças nas séries iniciais são capazes de corrigir textos produzidos por outras pessoas mas, em se tratando dos seus próprios, dificilmente fazem uso desse conhecimento.
Por isso, é interessante propor que as crianças comparem seus textos com os produzidos por outras pessoas e os analise em grupo. Isso deve ser feito em parceria e com quem já sabe fazer uso do procedimento da revisão.
O professor deverá orientar o trabalho lançando questões que façam os alunos refletir e avançar, tais como: - Onde começa e termina a fala de tal personagem?
- Por que você usou este ponto neste lugar?
- O trecho pontuado por vocês está fazendo sentido? Explique o sentido desta frase.
- Faz diferença usar a vírgula ou o ponto neste trecho? Por quê? Depois, cada agrupamento deve apresentar seu texto pontuado. Trata-se de uma ocasião rica para discutir e refletir, pois certamente surgirão diferentes formas de pontuar. Os alunos terão oportunidade de argumentar a validade ou não de cada trabalho apresentado.
Aprofundamento do Conteúdo
Tradicionalmente, a gramática ensina que a pontuação é um conjunto de sinais que orienta a entonação da leitura em voz alta. Informações do tipo: "Usem o ponto final quando estiverem cansados. A vírgula serve para indicar uma paradinha. Usa-se ponto de interrogação para perguntar...", provavelmente estão embasadas na história da escrita, quando os livros eram escritos à mão, sem espaços entre as palavras e a leitura era feita em voz alta. Quem pontuava e dava um sentido ao texto era o leitor.
"A prática de leitura silenciosa disseminou-se a partir da produção de livros em escala industrial... Hoje, quando o texto impresso é formatado para ser lido diretamente pelo olho, sem precisar passar pela sonorização do que está escrito, esta função, de estreitar o campo das possibilidades de interpretação indicando graficamente as unidades de processamento e sua hierarquia interna, pertence ao escritor." (PCN - Língua Portuguesa - MEC/1997)
Ensino fundamental - 1ª e 2ª séries
Uma a duas atividades por aula.
INTRODUÇÃO
Pretende-se com este plano de aula que o aluno compreenda mensagens corporais delicadas e representações simples por imitação, observando o ambiente à sua volta para poder perceber diferentes posições, posturas, gestos de si mesmo e dos demais. Além disso, espera-se com as atividades preparar os alunos para entender a linguagem não verbal, de tal modo que possam manejar sua comunicação e transmissão de sentimentos. Para isso, serão utilizados jogos competitivos simples, (individuais, em pares ou em equipe), que incluem correr, pegar, fugir e também adquirir a consciência de espaço e dos outros jogadores. Esse jogos incluem também a prática e o desenvolvimento de diversas maneiras de lançar, receber e transladar uma bola ou um outro objeto.
OBJETIVOS
Desenvolver a criatividade, promover e exercitar o desenvolvimento físico e pessoal em um contexto de respeito e valorização do ser humano, promover o interesse e a capacidade de conhecer a realidade, utilizar o conhecimento e selecionar informação relevante.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
As atividades podem ser realizadas na sala de aula ou na quadra. A turma será organizada em grupos, de acordo com a atividade.
1. Convide os alunos para que, em pares, façam duas atividades. Na primeira etapa, peça que um dos dois alunos diga o nome de um objeto e que o outro imite os movimentos desse objeto. Por exemplo, imitação de máquinas em locomoção (carros, barcos, aviões, planadores) ou imitação de máquinas sem deslocamento (guindaste, impressora, fotocopiadora, câmera de vídeo, etc). Durante a atividade, os alunos vão trocando de papel. O jogo também pode ser feito em trios, em grupos de cinco ou em grandes grupos. Numa segunda etapa, conte aos alunos uma história, que envolva diversos animais. Peça que os alunos desloquem-se livres pelo espaço, imitando os animais. Exemplos: na selva, macacos, elefantes, leões ou os habitantes humanos, como indígenas ou fotógrafos. Outra opção, personagens fictícios, como Tarzan. Outra opção é contar uma história que se passe em um zoológico ou em um circo.
2. O safári fotográfico. Nessa atividade, distribua os alunos em três grupos. Um deles deverá imitar animais (diferentes grupos e tipos). Outro imitará os membros do safári e o outro imitará as atividades que se fazem na selva (caça, dança, pesca). Enquanto um grupo imita, os outros tentam adivinhar o que estão imitando. A cada rodada de adivinhação, os grupos devem trocar de papel.
3. O armazém de brinquedos. Cada aluno escolhe ser um brinquedo e imita seus movimentos e formas de mover-se. A turma deve dividir-se em dois grupos. Os do primeiro grupo começam imitando os brinquedos que escolheram e, a um sinal do professor, acabam as pilhas, tornando o movimento mais lento até parar. Em seguida, os alunos do grupo que ficou como observador escolhem os brinquedos de que mais gostaram. Depois disso, invertem-se os papéis.
4. A grande orquestra: Todo o grupo se coloca em semicírculo e é designado um instrumento musical para cada aluno ou grupo de alunos. Um fica com o papel de diretor da orquestra e com seus gestos indicará o começo, a execução e o final da música. Como variação, pode ser que a orquestra se transforme em uma banda de rua e desfile enquanto toca. O diretor da orquestra deve indicar a cada aluno que instrumento tocar, por meio de gestos e da imitação do som do instrumento.
5. Os eletrodomésticos. Cada aluno imagina que está utilizando um aparelho eletro-doméstico igual ao de seus pais (oriente aqueles que não tiverem idéia, sugerindo que imitem um espremedor, uma batedeira, uma enceradeira, uma faca elétrica, uma cafeteira, uma máquina de cortar grama, uma serra ou uma furadeira). Numa primeira etapa, peça aos alunos que imitem o uso do aparelho. Depois, que se transformem no equipamento.
6. Convide os alunos a formar um círculo. Conte a eles que todos vão dormir um pouco para descansar. O grupo reunido imitará diferentes formas de dormir conforme o seu comando: com frio e cobertores, com calor no verão, roncando, sonhando, com pesadelos, tranqüilamente, sonâmbulo.
Depois da última atividade, analise com os alunos a importância da observação para poder imitar. Peça a eles sugestões e comentários sobre as atividades.
AVALIAÇÃO
Uma possibilidade de avaliação das atividades pode ser feita por meio de uma pauta de observação individual contendo os seguintes itens:
O aluno reage perante as informações auditivas que estão ao seu redor, empregando o movimento de gestos?
O aluno reage perante as informações visuais que estão ao seu redor, empregando o movimento de gestos
Produção de texto
Reescrevendo histórias
Trabalho com ortografia no período de alfabetização
Séries iniciais do Ensino Fundamental
Dez aulas
INTRODUÇÃO:
Em sociedades letradas, desde muito cedo, as crianças demonstram interesse e fazem reflexões sobre a função e o significado da escrita. Para que possam escrever autonomamente, é preciso que entrem em contato com diversos tipos de textos já nas quatro séries iniciais do Ensino Fundamental. O professor deve apresentar aos alunos poesias, receitas, contos, fábulas, lendas, cartas etc.
Os contos de fadas, por exemplo, têm uma estrutura complexa e são importantes no processo de alfabetização, pois neles ocorre uma narrativa perfeita, com a seqüência apresentada sempre da mesma forma: cenário, problema, construção do clímax da história, clímax, resolução do problema e desfecho. Além do mais, a identificação emotiva entre os alunos e os personagens predispõe as crianças à leitura.
Com as atividades propostas a seguir, as crianças darão um passo para a percepção de elementos da linguagem escrita. Perceberão elementos da estrutura de textos lingüísticos e discursivos e avançarão com relação ao domínio das normas da Língua Portuguesa. Terão também oportunidade de produzir algo com uma finalidade sócio-cultural e vivenciar uma prática que ocorre normalmente fora da escola, como escrever livros.
OBJETIVOS
Ao final deste trabalho, os alunos serão capazes de:
• Demonstrar conhecimento de diferentes contos de fadas;
• Produzir e revisar textos;
• Refletir sobre o uso das convenções que normatizam os usos da Língua Portuguesa com relação à ortografia;
• Comunicar-se e expressar-se através de situações de intercâmbio social, elaborando e respondendo perguntas.
RECURSOS DIDÁTICOS
Giz, lousa, papel sulfite, canetas coloridas, lápis de cor, livros de contos-de-fadas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
• Roda de discussão para modificações ou ajustes no texto que será criado pelo grupo;
• Duplas para fazer a primeira revisão de um trecho escrito por um colega.
Faça no quadro-negro ou em um cartaz uma lista, em ordem alfabética, dos contos tradicionais mais conhecidos pela turma.
2) Diariamente, reserve um tempo para ler com a classe as histórias escolhidas.
3) Escolha com o grupo uma das histórias e leve para a classe várias versões para ler com as crianças, destacando semelhanças e diferenças com relação a:
• Tipo de texto
• Organização do texto
• Personagens que compõem a história
• Seqüência em que se desenrola a trama
• Tempo em que as histórias se desenvolvem
• cenários
4) Discuta com o grupo algumas características e formas de organização dos contos.
5) Faça um planejamento da escrita. Assegure-se de que o tipo de texto que será produzido foi trabalhado em sala, com a discussão sobre a estrutura dos diálogos e a observação de todos os aspectos textuais. Proponha então a redação coletiva e individual de novas versões para um conto. Por exemplo: "Agora, que vocês já ouviram diversas versões sobre a história 'Os Três Porquinhos', crie a sua, mantendo os principais elementos dos textos lidos: personagens, estrutura narrativa etc."
6) Faça revisões dos textos coletivos em roda, destacando os elementos que exigem maior atenção.
7) Faça cruzadinhas, jogos de forca ou stop utilizando variações que sistematizem dificuldades ortográficas, como o uso de x, ch, ç, ss, s. O bingo de palavras pode envolver as que apresentaram mais erros.
8) Crie com a classe uma legenda para as correções de textos como
______ : erro de ortografia
: erro de vocabulário
+ : erro de pontuação
* : letra maiúscula
** : erro de acentuação
Exemplo:
"Os porcinhos forão para o Egito, mas como não sabiam falar a língua não podiam conversar +O mais velho, que se chamava *edu, teve uma **ideia que contou para o irmão do meio."
9) Proponha uma revisão dos textos individuais em duplas, usando a legenda criada para correções.
10) Finalize a atividade, pedindo ilustrações para a nova versão do conto e a criação de um livrinho para ser lido por outras classes.
AVALIAÇÃO
Ao longo do trabalho, observe se o aluno:
a)usou a linguagem oral e escrita em diferentes situações, nas quais faz sentido falar, ouvir, ler ou escrever;
b)participou oralmente dos momentos de discussão;
c)colaborou para a pesquisa dos contos que o grupo conhece e a escolha de uma história para criar uma nova versão;
d)escreveu o que foi proposto;
e)participou das propostas coletivas e das revisões de texto;
f)refletiu sobre suas hipóteses de escrita, com relação às normas de escrita da Língua Portuguesa.
CONTEXTUALIZAÇÃO
Esta proposta permite que os alunos trabalhem com contos tradicionais, um tipo de texto que a maioria das crianças já conhece ao chegar à 1ª série. Isso proporciona uma situação favorável para se trabalhar com as normas da Língua Portuguesa; os momentos adequados para ler, ouvir, falar e escrever; a utilização de diversos tipos de registros (lista, livro); a linguagem escrita como forma de organização de informações; a maneira culturalmente adequada para escrever.
SUGESTÕES PARA TRABALHO INTERDISCIPLINAR
Em História e Geografia, as crianças poderão trabalhar, com pesquisas sobre a vida no tempo dos castelos.
Em Matemática, é possível fazer gráficos e tabelas demonstrando quais contos que têm mais versões, quais as personagens que mais aparecem nas histórias lidas (madrasta, lobo, princesas).
Em Artes, proponha uma pesquisa sobre as obras que retratam lugares ou roupas usadas nos contos de fadas, como, por exemplo, as pinturas da Idade Média. A professora pode pedir para que os alunos montem maquetes dos castelos e representações de príncipes, princesas e bruxas. Músicas e danças que eram praticadas nos verdadeiros castelos podem ser pesquisadas e apresentadas aos colegas em forma de sarau.
APROFUNDAMENTO DO CONTEÚDO
Para aprender a escrever convencionalmente, os alunos criam hipóteses até se tornarem "alfabéticos". Esse processo de aprendizagem da leitura e da escrita completa-se ao longo da escolaridade. Mesmo antes de atingirem esse estágio, os alunos devem tomar contato com vários tipos de textos, pois assim poderão descobrir as suas propriedades, funções sociais e estruturas.
Esta proposta contempla dois tipos de textos: contos de fadas e listas. O trabalho favorece a compreensão da linguagem escrita e do código de escrita alfabético. O professor precisa conhecer as características dos diversos tipos de textos e criar atividades para que as crianças possam mostrar sua capacidade de produção. Um bom exercício é dar partes de textos para elas escreverem o início, o final ou o meio dessas histórias.
Exercer o papel de escritores, revisores e ilustradores, seguindo as normas para apresentação do livro, podem ser procedimentos fundamentais para que se compreendam dados culturais da sociedade.
Postado por Juliana às 16:20
Sala de aula - Texto para trabalhar pontuação.
Esse texto já circula na internet há muito tempo. Pode ser usado como exemplo em aulas sobre pontuação ou uso dos sinais diacríticos.
Um homem muito rico estava extremamente doente, agonizando. Pediu papel e caneta e escreveu, sem pontuação alguma, as seguintes palavras:
'Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres. '
Não ressistiu e se foi antes de fazer a pontuação. Ficou o dilema, quem herdaria a fortuna? Eram quatro concorrentes.
1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o texto:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga aconta do padeiro. Nada dou aos pobres.
4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga aconta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.
Moral da história: A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos sua pontuação. É isso faz toda a diferença...
(recebi por e-mail sem autoria)
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PNEU FURADO
O carro estava encostado no meio-fio, com um pneu furado. De pé ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonitinha.
Tão bonitinha que atrás parou outro carro e dele desceu um homem dizendo
"Pode deixar". Ele trocaria o pneu.
- Você tem macaco? - perguntou o homem.
- Não - respondeu a moça.
- Tudo bem, eu tenho - disse o homem - Você tem estepe?
- Não - disse a moça.
- Vamos usar o meu - disse o homem.
E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça.
Terminou no momento em que chegava o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar.
Dali a pouco chegou o dono do carro.
- Puxa, você trocou o pneu pra mim. Muito obrigado.
- É. Eu... Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.
- Coisa estranha.
- É uma compulsão. Sei lá.
(Luís Fernando Veríssimo. Livro: Pai não entende nada. L&PM, 1991).
Esta postagem foi retirada do site: http://www.pedagogia.com.br/
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